Aventuras em Aquarela

Premissas inusitadas, reviravoltas mirabolantes.
Os quadrinhos assinados por Diêgo Silveira se
pretendem, essencialmente, aventurescos.
Muitas das tramas resumem-se a intrigas
palacianas, protagonizadas por "anti-heróis". Em
verdade, protagonizadas por tipos não menos humanos ou ambíguos que a maioria de nós.
Os ambientes são fantasiosos, algo distópicos. Baseiam-se em uma percepção do que teria sido a antiguidade, o período pré-civilizatório e a cultura tribal. 
Em meio a esse panorama, descortinam-se enredos tradicionais: Pai contra filho, irmão contra irmão... Ao tempo que recupera-se a máxima de que o homem segue sendo lobo do próprio homem.

A maioria das artes foram finalizadas a aquarela. Talvez pelo contraste que a suavidade da tinta cause diante da densidade dos temas abordados. Muito embora outras técnicas não tenham sido excluídas. Sequências a lápis e nanquim também constam no católogo. Que só cresce a cada mês.


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